NTM - Núcleo de Tecnologia de São José- SC

O Núcleo de tecnologia disponibiliza aos educadores e demais integrantes da Web este blog com objetivo de divulgar tecnologias que podem auxiliar na educação dos alunos. Postamos também projetos e notícias relativas a rede municipal de ensino de São José, SC. Existem dezenas de postagens e soluções para contribuir no seu dia a dia, vale apena conferir. Você pode traduzir as postagens em vários idiomas!


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Duolingo: A melhor forma de aprender um idioma





O Duolingo é uma plataforma que ensina idiomas gratuitamente. O site e aplicativos do Duolingo ensinam você a ler, escrever, falar e a compreender o idioma. E funciona. Uma avaliação independente descobriu que 34 horas de Duolingo equivalem a um semestre inteiro de estudos em uma universidade.

O Duolingo foi eleito pela Apple como o melhor aplicativo do ano para iPhone de 2013, e também pelo Google como um dos melhores apps para Android de 2013.


Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=XjLZ5nh44kw
https://pt.duolingo.com/





A nova melhor maneira de aprender um idioma.


Aprender com o Duolingo é divertido e viciante. Ganhe pontos ao acertar, aposte corrida contra o relógio e avance de nível. As nossas aulas divididas em pedacinhos são eficazes e nós temos provas de que funcionam mesmo

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

27 sites e ferramentas, Saiba o que há de mais recente em áreas como capacitação profissional, ensino de idiomas, letramento, publicação de artigos científicos, programação e robótica


É cada vez mais fácil aprender de um jeito personalizado, seja em sala de aula, em casa ou a caminho da escola ou do trabalho. Em 2016, o Porvir conversou com dezenas de empreendedores da área de educação do Brasil e do exterior para conhecer ferramentas digitais que prometem ensinar mais e melhor.
Na lista abaixo, elencamos 27 plataformas e ferramentas que podem ser usadas em diferentes etapas de ensino e da vida, desde o letramento até a publicação de artigo científico. Também fazem parte da lista sites especializados ajudar educadores a estimularem a interação e a identificar eventuais dificuldades de aprendizagem de seus alunos.
Clique no nome de cada site ou ferramenta para acessar seu respectivo conteúdo no Porvir:
1) Apta Cursos – Plataforma que leva gamificação para o ensino técnico online
2) Beenoculus – Óculos de realidade virtual brasileiro de baixo custo
3) CLUBEaluno – Plataforma oferece plantão de dúvidas em 14 disciplinas escolares
4) Diálogos Embalados – Kits educacionais que são enviados para a casa de assinantes
5) Educity – Cidade virtual vira sala de aula para aprender de tudo
6) Edumais – Rede social que permite criar, compartilhar e acessar cursos online
7) Edusynch – Plataforma adaptativa que facilita preparação para o TOEFL
8) Elefante Letrado – Plataforma de 400 livros transforma leitura em um jogo para crianças
9) Enpower – Curso de inglês online que aposta em aula de 25 minutos via Skype
10) Flinckr – Aplicativo holandês transforma visita ao museu em aula interativa
11) Ganbatte – Plataforma oferece capacitação profissional a recém-formados
12) GPS da Natureza – Ferramenta que sugere locais para brincar e incentiva o contato das crianças com áreas verdes
13) Kit Mola – O LEGO dos engenheiros e arquitetos, que também ajuda ensinar física no ensino médio
14) Littlebits – Kit de módulos eletrônicos coloridos que leva invenção para sala de aula
15) Me Passa Aí – Site que reúne videoaulas de 8 minutos para reforço universitário
16) Mente Turbinada – Aplicativo que propõe treinamento para exercitar o cérebro
17) Na Real Educação Imersiva – Explore cenários e conteúdos com realidade virtual
18) One Dollar Board – Placa de US$1 para popularizar programação e robótica
19) Osmo Coding – Jogo ensina fundamentos de programação para desenvolver habilidades
20) Piper – Kit de eletrônica que usa Minecraft para ensinar cultura maker
21) Plataforma CpE – Ferramenta que localiza pesquisadores que produzem conhecimento para a educação
22) Politize! – Site que descomplica termos e torna política um assunto fácil de aprender
23) Publica-me – Plataforma que facilita busca, produção e publicação de artigos científicos
24) Scoola – Plataforma ajuda professor a identificar dificuldades de aprendizagem
25) Sticker Pix – Álbum de figurinhas estimula interação entre os alunos
26) Sua Classe, Brasil – Plataforma oferece caminho personalizado para formação de professores
27) UBA – Jogo que estimula hábitos alimentares saudáveis

Nerdologia (youtube.com/nerdologia), canal no YouTube com vídeos de divulgação científica


Nerdologia (youtube.com/nerdologia), canal no YouTube com vídeos de divulgação científica . Muitos vídeos interessantes sobre vários assuntos, segue abaixo alguns exemplos.



ESTE NERDOLOGIA É UM OFERECIMENTO DA ALURA
Acesse: https://www.alura.com.br/supertech
E assista a estreia do Nerdologia Tech: http://bit.ly/2dkabhx

Neste episódio do Nerdologia vamos ver como funcionam as bombas atômicas e outras armas nucleares

Apresentação e Roteiro:
Átila Iamarino - http://www.twitter.com/oatila

Edição e Arte:
Estúdio 42 - http://www.estudio42.com.br/

Apoio:
Paloma Mieko - http://omnivora.com.br

Como ouvir audiolivros: http://scienceblogs.com.br/rainha/201...
Bibliografia do Nerdologia: http://scienceblogs.com.br/rainha/bib...
The Making of the Atomic Bomb, por Richard Rhodes: https://goo.gl/iEA4YY
Comando e Controle. Armas Nucleares, o Acidente de Damasco e a Ilusão de Segurança, por Eric Schlosser: https://goo.gl/hpVADW

Fontes:
Mekik, Cetin, and Murat Arslanoglu. "Investigation on accuracies of real time kinematic GPS for GIS applications." Remote Sensing 1, no. 1 (2009): 22-35.
Davis, Abe, Justin G. Chen, and Frédo Durand. "Image-space modal bases for plausible manipulation of objects in video." ACM Transactions on Graphics (TOG) 34, no. 6 (2015): 239.

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Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=J9SAZ314yNg


Deep Web e Dark Web | Nerdologia Tech 02


ESTE NERDOLOGIA É UM OFERECIMENTO DA ALURA


Neste Nerdologia Tech, com a participação da Alura Cursos Online de Tecnologia, vamos dar um mergulho pela Deep Web e pela Dark Web.

Apresentação:

Átila Iamarino - http://www.twitter.com/oatila

Roteiro:

Átila Iamarino - http://www.twitter.com/oatila


Edição e Arte:


SAIBA MAIS

Computerphile e o que é Deep Web: https://youtu.be/joxQ_XbsPVw
Um TED bem legal sobre Dark Web: https://goo.gl/DBRSyn
Porque a Dark Web importa para sua privacidade: https://youtu.be/luvthTjC0OI
The Dark Net, por Jamie Bartlett: https://goo.gl/r78d75
Para quem quiser saber melhor como Ross Ulbricht foi preso: https://goo.gl/EOPQMy


MATERIAL USADO

pablo escobar: https://goo.gl/REQyP0
iceberg desenho: https://goo.gl/CGh3S4
roteamento onion: https://goo.gl/YojUWk


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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Sherry Turkle: "Reclaiming Conversation" | Talks at Google - Reclaiming Conversation: The Power of Talk in a Digital Age". Legendado - Recuperando a Conversação: O poder da conversa em uma era digital. EXCELENTE!!!



Talks at Google 

Professor Sherry Turkle visited Google's office in Cambridge, MA to discuss her book, "Reclaiming Conversation: The Power of Talk in a Digital Age".


A preeminent author and researcher, Prof. Turkle has been studying digital culture for over thirty years. Long an enthusiast for its possibilities, here she investigates a troubling consequence: at work, at home, in politics, and in love, we find ways around conversation, tempted by the possibilities of a text or an email in which we don’t have to look, listen, or reveal ourselves. 



But there is good news: we are resilient. Conversation cures. 

Based on five years of research and interviews in homes, schools, and the workplace, Turkle argues that we have come to a better understanding of where our technology can and cannot take us and that the time is right to reclaim conversation. The most human—and humanizing—thing that we do. 

Sherry Turkle is Abby Rockefeller Mauzé Professor of the Social Studies of Science and Technology in the Program in Science, Technology, and Society at MIT and the founder (2001) and current director of the MIT Initiative on Technology and Self. She has spent the last 30 years studying the psychology of people’s relationships with technology. A renowned media scholar, "Reclaiming Conversation" is her ninth book.


A professora Sherry Turkle visitou o escritório do Google em Cambridge, MA para discutir seu livro, Recuperando a Conversação: O poder da conversa em uma era digital.

Um proeminente autora e pesquisadora, a professora Turkle estuda a cultura digital há mais de trinta anos. Longa entusiasta por suas possibilidades, aqui investiga uma conseqüência preocupante: no trabalho, em casa, na política e no amor, encontramos caminhos em torno da conversa, tentados pelas possibilidades de um texto ou um e-mail em que não temos Olhar, escutar ou revelar-nos.

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=awFQtX7tPoI

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

How AI can bring on a second Industrial Revolution | Kevin Kelly - Legendado



"The actual path of a raindrop as it goes down the valley is unpredictable, but the general direction is inevitable," says digital visionary Kevin Kelly -- and technology is much the same, driven by patterns that are surprising but inevitable. Over the next 20 years, he says, our penchant for making things smarter and smarter will have a profound impact on nearly everything we do. Kelly explores three trends in AI we need to understand in order to embrace it and steer its development. "The most popular AI product 20 years from now that everyone uses has not been invented yet," Kelly says. "That means that you're not late."


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

TED - Compartilhando Ideias - Por que um bom livro é uma passagem secreta?


A infância é surreal. Por que livros infantis não o seriam? Nessa palestra divertida, o premiado autor Mac Barnett fala sobre a escrita que escapa da página, da arte como entrada para o mundo da maravilha, e o que as crianças reais dizem a uma baleia fictícia.

Children's book author
Mac Barnett is a bestselling author of books for children. Full bio
 
Este episódio de TED Compartilhando Ideias convida a autora Ana Maria Machado para falar sobre a palestra “Por que um livro é uma passagem secreta”, do escritor Mac Barnett. Entre os temas abordados na palestra e no papo com Suzana Herculano-Houzel estão a importância da fantasia no imaginário infantil, o mercado editorial do Brasil e as particularidades das narrativas criadas para crianças.


5 Reasons to Allow Students to Use Cell Phones in Class

Guest post by  Cross posted at A Teacher's Life for Me


Flickr/William Hook



This morning, a discussion between members of my PLN on Plurk got me thinking about rules in school that ban cell phone usage.  In today's post I'm going to explore five reasons why banning cell phones in schools is bad policy and detrimental for our students.
  1. If we are preparing our students for life after school, we should allow them to use the tools they will be using when they get there.  How many jobs can you think of right now where a smart phone is not beneficial?  Mechanics order parts on their phone, engineers view blueprints, doctors calculate dosages, and grocers check inventory.  The list is endless.  By the time our students enter their professions the need to utilize mobile technology will be even stronger.  Not preparing our students for that world is negligent. 
  2. In a time when schools are facing tightening budgets, using technology that is readily available is logical.  How many schools point to a lack of funds as a reason they are not doing more with technology?  We can go a long way towards solving that problem by using technology that is available for free and probably in a majority of HS students' pockets.
  3. Mobile devices are great for teaching 21st century skills.  If you want kids to learn to collaborate, what better tool can you use than a phone?  Videoconferencing with people all over the world becomes easy.  One of the main arguments against student phone use is that kids might cheat.  My response is that tests that are so lacking in rigor that students can look up answers on a phone or get them from another student are lousy and outdated in a world where information is free and easy.  We need to get used to the fact that kids don't need to know "stuff" nearly as much as they need to learn to use that "stuff."  Tests of recall don't prepare our students for the world ahead.  Kids know this - it's why they think school is irrelevant.  Kids working together to find solutions to problems (collaboration) should be encouraged, not labeled as "cheating."  Policies that ban cell phones because students might text each other are short-sighted.  As Kevin Honeycutt is fond of saying, "Students used to pass notes on paper.  We never banned paper."
  4. Double standards are not OK.  I know of several districts where administrators come into classrooms with iPhones and/or iPads to take notes on teacher observations.  Yet, in these same classrooms students are not allowed to use mobile devices.  The message this sends to students is totally unacceptable.  These are great tools.  Kids know it.  Let them use them.
  5. We need to teach kids responsible ways to use technology.  Keeping them "safe" by refusing to expose them to technology is irresponsible on our part.  Students are using cell phones whether we ban them in school or not.  They are communicating, sending pictures to each other, using social media and social networking, and consuming information.  We need to be teaching them how to do this while protecting themselves from both mistakes they might make that will follow them for decades and others who want to do them harm.  The dangers and pitfalls of using mobile devices aren't going away.  Isn't it our responsibility to teach our students to be safe?
For those who have read the Harry Potter books or seen the movies, a member of my PLN showed drew a great parallel between events in those stories and this debate with the following quote:
"Children, put away your wands. You won't be needing them." - Delores Umbridge
Now it's your turn.  What are the policies on cell phones in your school?  Do you think phones should be used by students in schools?  Are there ways to ensure that phones are not misused in schools if we allow them?  


Fonte: https://theinnovativeeducator.blogspot.com.br/2012/07/5-reasons-to-allow-students-to-use-cell.html

WWF - Wildfinder - Find out where more than 26,000 species live on Earth.


WWF’s Wildfinder is an interactive tool that visualizes the global distribution of thousands of species that roam the Earth. Ever wonder exactly where tigers roam or vultures fly? Widlfinder shows you.
Using Wildfinder is easy. Search by species to find out where they live; or search by place to see the species that live in that area.
What will you find out about the species?
In addition to detailed information about their home ecoregion, Wildfinder also displays photos of the species in the wild and whether or not current populations are in danger.
Which species can be found in WildFinder?
Wildfinder’s long-term goal is to include all of the species on Earth. Currently, featured species are from four main taxa:
  • Mammals
  • Amphibians
  • Reptiles
  • Birds

8 formas de avaliar sem ser por múltipla escolha - The Innovative Educator

Lista mostra como professores podem usar outras ferramentas, como games, badges, portfólios ou até mesmo concurso de dança

por Vagner de Alencar 
“A prova vai ser dissertativa ou de múltipla escola?”. Quem é o aluno, às vésperas de uma prova, que nunca se inquietou sobre como seria avaliado? Em carteiras enfileiradas, sem poder mexer o pescoço para o lado: ameaça de “pesca” ou “cola” (a depender de onde o aluno venha)! Mas serão apenas essas as únicas formas de avaliar o aprendizado dos estudantes? Não! É o que apontam especialistas, que vêm trazendo outras alternativas para que professores se atentem a outras ferramentas de medição – especialmente às da vida real. Por exemplo, uma maratona ou um concurso de dança poderiam valer créditos à disciplina de educação física ou então um trabalho voluntário no bairro valer como nota para a disciplina de estudos sociais ou língua portuguesa.
Confira então oito dicas que podem ajudar esses educadores sobre como avaliar os estudantes sem ser por meio de testes padronizados.
1. Games 
Mais e mais jogos estão sendo criados não apenas como uma forma de entretenimento. Os games educativos, por exemplo, permitem aos alunos que aprendam o tempo inteiro enquanto jogam, na medida em que vão passando de fase –ao contrário de uma prova tradicional. Cada estudante tem seu próprio ritmo de aprendizagem, o que traduz o grau de cada um. Um bom exemplo é o Manga Hi e os games que estão sendo desenvolvidos pela Tamboro, empresa brasileira que se dedica exclusivamente à criação de jogos educativos.
2. Desafio 
Por que marcar X numa prova, se na vida real somos avaliados de acordo com aquilo que fazemos e as atitudes que tomamos? Não é raro escutar por aí que, em vez dos clássicos testes de múltipla escolha, os professores deveriam avaliar seus alunos a a partir de desafios da vida real. Essa modalidade de avaliação funciona assim: o professor dá uma missão para o aluno e ele, com as habilidades que vem desenvolvendo na escola, precisa resolvê-la. Essa missão pode ter inúmeras características.
Nos EUA, a startup Rad Matter serve como uma vitrine para que os alunos mostrem seus talentos a empresas que estão buscando jovens profissionais. A cada contato entre empresa e aluno, uma missão é dada e o aluno é desafiado a conclui-la. Na escola, o desempenho dos alunos nessas missões podem ser considerados para compor sua nota na disciplina mais cabível.
No Brasil, um iniciativa está levando alunos da periferia de São Paulo a praticar esportes radicais, como escalada ou Le Parkour. A intenção é fazê-los sair de suas zonas de conforto e desenvolver regras de convivência, trabalho em equipe e autoconhecimento
3. Badges e pontos
Os badges (em um paralelo simples, como se fossem medalhas dos escoteiros) vêm se popularizando como um mecanismo de recompensa em jogos casuais e redes sociais como foursquare.com – na qual o usuário faz um check-in e, por isso, ganha pontos a cada lugar em que marca onde está. Transportados à educação, os badges podem ser usados para demonstrar a conclusão (bem sucedida) de uma atividade. Um exemplo disso é o Codecademy, site que ensina aos estudantes a programar. E a cada nível de codificação que avançam, eles vão recebendo badges e ganhando pontos.
4. Trabalhos reais 
Outra forma de avaliação é o incentivo aos estudantes para que saiam para fora da sala de aula e realizem trabalhos de verdade. Na Catherine Ferguson, nos Estados, escola dedicada a adolescentes grávidas ou que já se tornaram mães, parte do currículo das alunas é composto por trabalhos bem mão na massa, como como ajudar a construir casas, nos bairros vizinhos, para colegas que não têm onde morar.
5. Lideranças virtuais 
Estudantes mundo afora estão realizando trabalhos incríveis… Mas não na escola. Eles estão fazendo vídeos virais, escrevendo textos ou publicando seus próprios blogs etc. Considerado um paradigma atual, o problema é muitas escolas ainda não entenderam que podem contar com a internet e as tecnologias móveis para potencializar o talento de seus alunos. O que acaba acontecendo é que o mundo da escola e o virtual ficam totalmente separados e muitos talentos deixam de ser valorizados. Um exemplo que ilustra isso é o caso da menina Isadora Faber, que criou um blog para denunciar os problemas de sua escola e inspirou inúmeros Diários de Classe no Brasil. Já em uma matéria apresentada pelo Porvir, é possível saber como professores devem lidar com jovens talentosos. O que os alunos fazem no universo virtual podem e devem ser considerados nas disciplinas de comunicação e expressão. 
6. Talentos 
Ao contrário dos pontos oferecidos apenas para as atividades realizadas na escola, por que não oferecê-los para atividades realizadas também para além da sala de aula? Por exemplo, uma maratona, um concurso de dança ou um torneio de vôlei poderiam valer pontos na disciplina de educação física; um diário de bordo, a partir de uma viagem, poderia valer para créditos em estudos sociais; um recital, para ganhar nota na disciplina de música. Essas seriam situações em que a avaliação não vem da escola, mas do cotidiano desses jovens, do mundo real deles.
7. Personalização 
A avaliação precisa ser personalizada ao aluno, não padronizado para o sistema. Plataformas vêm surgindo para trabalhar de maneira individual o ensino. A Knewton, por exemplo, é uma das mais importantes do mundo. O ambiente virtual entrega o conteúdo aos alunos de diferentes formas e lhes propõe atividades ou exercícios, de acordo com o desenvolvimento de cada um.
8. Portfólios virtuais 
Os portfólios virtuais podem ser uma boa opção para que os estudantes reúnam suas produções – sejam músicas, desenhos, textos, vídeos etc. Esses materiais podem ser hospedados em um blog, na intranet da faculdade e da escola ou até mesmo em programas gratuitos adotados pelo professor para compartilhamento de arquivos. Uma plataforma nova que pode ajudar os alunos a construírem seus portfólios é a Knowit App. O Porvir escreveu uma matéria sobre como os blogs, que podem ser usados como portfólios online, são boas ferramentas para melhorar a escrita dos alunos e também ajudam professores a trabalhar temas como uso de mídias sociais, cidadania digital e direitos autorais.