NTM - Núcleo de Tecnologia de São José- SC

O Núcleo de tecnologia disponibiliza aos educadores e demais integrantes da Web este blog com objetivo de divulgar tecnologias que podem auxiliar na educação dos alunos. Postamos também projetos e notícias relativas a rede municipal de ensino de São José, SC. Existem dezenas de postagens e soluções para contribuir no seu dia a dia, vale apena conferir. Você pode traduzir as postagens em vários idiomas!


terça-feira, 28 de março de 2017

Como a sala de aula pode enfrentar a onda de notícias falsas

Veja como trabalhar a verificação de notícias e dar início ao processo de desenvolvimento de senso crítico


por Vinícius de Oliveira 

Na era do uso massivo das redes sociais e de aplicativos de comunicação que facilitam espalhar informações a centenas de usuários com apenas um dedo na tela ou clique no mouse, nada tem se espalhado mais rápido do que as notícias falsas.


O tema foi inclusive alvo de um alerta em carta escrita pelo físico britânico Tim Berners-Lee, que idealizou e inventou a World Wide Web há 28 anos. Para ele, o hábito de se informar pela internet e o uso de algoritmos acabam favorecendo a desinformação. “O resultado é que esses sites nos mostram conteúdo que acreditam que nós vamos querer clicar – o que significa que desinformação ou “notícias falsas” (as chamadas fake news), que têm títulos surpreendentes, chocantes, criados para apelar aos nossos preconceitos, podem se espalhar como fogo”.


Para Tai Nalon, diretora do Aos Fatos, site brasileiro que faz a checagem de notícias, uma regra importante é desconfiar sempre. “Os algoritmos são de certa forma recompensadores, para estimular que o usuário fique mais tempo na rede social. Tudo foi feito do ponto de vista de tornar aquilo mais convidativo e não necessariamente verídico”, explica.




Segundo a representante do Aos fatos, o primeiro passo é verificar a atribuição de fonte para saber de onde a informação veio, isto é, de um site jornalístico ou de uma universidade reconhecidos. Em outras ocasiões, explica Tai, os indícios estão mais evidentes, com a publicidade poluindo o conteúdo. Entretanto, o terreno é tão movediço que muitos sites tentam imitar as páginas de entrada de sites tradicionais, usando inclusive nomes muito parecidos, o que cria um problema para quem desconhece o contexto dos veículos ou não acompanha o noticiário com tanta frequência.


Uma parte do trabalho de checagem da veracidade das notícias que pode atrair a atenção e facilitar a vida dos alunos diz respeito à identificação do alto grau de adjetivação em títulos e textos. “Os manuais de jornalismo tem diretrizes para não adjetivar absolutamente nada. Se existe uma quantidade de exageros como “o maior escândalo de corrupção da face da terra”, é um sinal claro que o compromisso com a exatidão das informações não é exatamente uma prioridade”, diz a jornalista.


Tai ressalta ainda que o cuidado com tudo o que é compartilhado nas redes sociais extrapola o ambiente escolar e acadêmico e pode trazer impacto na vida profissional. “A rede social funciona como uma vitrine e, no futuro, as empresas podem prestar atenção nisso. Se você postar notícias falsas, pode ser um diagnóstico de sua formação e da falta de senso crítico”.


Estratégias


O ambiente mediado por curtidas e compartilhamentos que determinam o que se consome de notícias na redes sociais também traz reflexos na academia. Em conversa com o Porvir, Sonia Livingstone, professora de psicologia social no departamento de mídia e comunicação da LSE (London School of Economics) diz ter mudado de opinião a respeito do tema e das práticas.


“Eu costumava pensar que era suficiente ensinar às crianças maneiras de identificar o que é verdadeiro e o que é persuasivo ou distorcido. Agora, considero essa tarefa muito mais complexa, porque os julgamentos necessários não são tão simples a ponto de serem reduzidos a verdadeiro ou falso e, por isso, o letramento midiático vai além do letramento informacional”. A professora da LSE diz ver a necessidade de se ampliar a discussão e levar à sala de aula conceitos básicos do mundo dos negócios, para que crianças e jovens entendam o que vem antes das notícias.


“É vital ensinar quem comanda a imprensa – mesmo de maneira simples –, quais são os interesses comerciais e as motivações por trás das notícias que eles recebem, e como crianças e jovens podem navegar criticamente dentro de um ambiente altamente comercial. Eu temo também que adultos não possuem mais contexto suficiente e experiência para orientar as crianças”, explica. Essa situação é decorrente do novo cenário (mais fragmentado) da mídia e, segundo a professora da LSE, apesar de pais e professores serem aqueles em quem as crianças mais acreditam, é preciso mudar a chave e assumir um novo papel. “Eles devem ser menos uma fonte de saber para a criança e mais mentores e parceiros em um processo colaborativo e de investigação”.


Claudemir Viana professor de licenciatura em educomunicação e coordenador do Núcleo de Comunicação em Educação da USP (Universidade de São Paulo) vai no mesmo sentido e não vê motivo para grande preocupação. “Não é que eles tenham que saber para poder ensinar. É conversar a respeito. É ter uma outra atitude educativa, que não é de transmissão e memorização de conteúdos clássicos, mas sim dialética, a partir da relação do sujeito com o contexto para incorporar novos conhecimentos e entender o mundo em que ele vive”.


O professor de educomunicação sugere que uma ponte para esse tipo de compreensão pode vir de atividades e desafios em sala de aula com a edição verbetes da Wikipedia, que proporcionaram a integração de conhecimentos. “O professor – que pode ser de português, de história ou geografia – pode usar essa estratégia para provocar os alunos em um método dialógico e permitir que os alunos deem suas opiniões. Com certeza o professor vai descobrir que o alunos não são inocentes”.

segunda-feira, 27 de março de 2017

Human Population Through Time - American Museum of Natural History




It took 200,000 years for our human population to reach 1 billion—and only 200 years to reach 7 billion. But growth has begun slowing, as women have fewer babies on average. When will our global population peak? And how can we minimize our impact on Earth’s resources, even as we approach 11 billion?

Download the video in HD:
http://media.amnh.org/sciencebulletin...

Related content:

Population Connection
http://worldpopulationhistory.org/map...

UN World Population Prospects
https://esa.un.org/unpd/wpp/

Real-time population counter
http://www.worldometers.info/world-po...

NASA EarthData
https://earthdata.nasa.gov

NASA Socioeconomic Data and Applications Center
http://sedac.ciesin.columbia.edu

Video credits:

Writer/Producer
AMNH/L. Moustakerski

Animator
AMNH/S. Krasinski

Sound Design
AMNH/J. Morfoot

Scientific Advisors
AMNH/S. Macey
AMNH/J. Zichello
Center for Biodiversity and Conservation

Images
PhyloPic
David Hillis, Derrick Zwickl, and Robin Gutell, University of Texas

World Population used courtesy of Population Connection, ©2015

Other Population Data Sources
Population Connection
United Nations, “World Population Prospects: 2015 Revision”
US Census Bureau

Maps and Event Sources
Encyclopedia Britannica
Inner Asian & Uralic National Resource Center
NASA
NOAA
Needham, J. Science and Civilisation in China
TimeMaps
Trans-Atlantic Slave Trade Database


Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=PUwmA3Q0_OE

The mind behind Tesla, SpaceX, SolarCity ...electric car, a solar energy leasing company and a fully reusable rocket | Elon Musk - Legendado



Entrepreneur Elon Musk is a man with many plans. The founder of PayPal, Tesla Motors and SpaceX sits down with TED curator Chris Anderson to share details about his visionary projects, which include a mass-marketed electric car, a solar energy leasing company and a fully reusable rocket.

TEDTalks is a daily video podcast of the best talks and performances from the TED Conference, where the world's leading thinkers and doers give the talk of their lives in 18 minutes (or less). Look for talks on Technology, Entertainment and Design -- plus science, business, global issues, the arts and much more.
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Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=IgKWPdJWuBQ&t=1s

A world without work: Nigel Cameron at TEDx - Watch and reflect...Legendado



Instagram has a handful of employees. Kodak had 145,000. Technology is fast displacing humans, and we must reckon with the possibility that many jobs will be lost - and many new ones created also done by machines. How far will this go? Will a world without work be heaven - or hell? Now is the time to think it through.

Nigel Cameron
He is a strategist and writer who leads theWashington think tank - Center for Policy on Emerging Technologies(c-pet.org), -. He is also director of business advisory network Platform of the Future and Re-framing, LLC (re-framing.org). He writes about technology in relation to politics, business and human values - including corporate social responsibility and applications, social media and the Internet of Things IT. He also serves on the U.S. National Commission for UNESCO, and chairs its Committee on Social and Human Sciences, and represented the United States in diplomatic delegations to successive meetings of the General Conference of UNESCO.

About TEDx, x = independently organized event


Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=csnxJFQw98k

Transforming the Material Basis of Civilization | Eric Drexler | TEDxISTAlameda - Legendado




What if we were really good at making things—better products of all kinds—in a clean way, at a very low cost, and on a global scale? What if today’s industrial and energy infrastructure could be replaced with clean, zero-carbon emission technologies at a rapid pace? The result would be a profound revolution in the material basis of our civilization and radically different prospects for the 21st century. A technology of this scope and power is visible in the distance today, not close, but accessible through a series of advances in nanotechnology and the molecular sciences. By merging digital and manufacturing principles at the molecular scale, atomically precise manufacturing can transform our world. It’s time to expand the horizons of our conversation about the future.

K. Eric Drexler, Ph.D., is a researcher at Oxford University and author whose work focuses on advanced nanotechnologies. His 1981 paper in the Proceedings of the National Academy of Sciences established fundamental principles of molecular design, protein engineering, and productive nanosystems. Drexler’s research in this field has been the basis for numerous journal articles and for books including Engines of Creation: The Coming Era of Nanotechnology (written for a general audience) and Nanosystems: Molecular Machinery, Manufacturing, and Computation (a quantitative, physics-based analysis). He recently served as Chief Technical Consultant to the Technology Roadmap for Productive Nanosystems, a project of the Battelle Memorial Institute and its participating US National Laboratories. He is currently working in a collaboration with the World Wildlife Fund to explore nanotechnology-based solutions to global problems such as energy and climate change.

This talk was given at a TEDx event using the TED conference format but independently organized by a local community. Learn more at http://ted.com/tedx


Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=Q9RiB_o7Szs

quarta-feira, 22 de março de 2017

Convite Professores Curso Online: “Redes Sociais podem ser espaço de vulnerabilidade sexual de crianças e adolescentes?”



Data: 21/04/2017 até 30/06/2017 

Descrição: É um projeto de extensão vinculado ao Laboratório de Educação e Sexualidade da Universidade do Estado de Santa Catarina. Esta e-oficina tem como objetivo, estabelecer um campo de debates, reflexões e (re)elaborações, bem como um espaço de práxis pedagógica no que tange a temática “Redes Sociais podem ser espaço de vulnerabilidade sexual de crianças e adolescentes?”  

Local: Virtual

Público-alvo: Professores do Ensino Fundamental.

Conteúdo: 1. Introdução a e-oficina. Uma sociedade Digital 2. Vulnerabilidade de Crianças e Adolescentes 3. Proteção da identidade Virtual 4. Redes Sociais 5. CyberPredadores 6. Existe proteção em sala de aula ? 7. Existe uma maneira ideal de aprendizado aos alunos para este tema ? 8. Considerações Finais.  

Objetivo: Verificar se as redes sociais podem ser um espaço de vulnerabilidade sexual de crianças e adolescentes no ambiente virtual enquanto estão no ambiente escolar e como os professores podem ser uteis para prevenir essa situação.

Maiores informações: Para realizar esta e-oficina, você precisa dispensar algumas horas para leitura dos conteúdos e participar das atividades no ambiente Moodle, postando sua opinião e discutindo com os demais participantes por meio dos fóruns, atividades e respostas aos questionários estabelecidos. Para maiores informações, enviar e-mail para fabiocaliari@gmail.com

Faça inscrição no link abaixo:

https://eventos.virtual.udesc.br/a485f7fa4e47/inscricao/f1cae5c993da

Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC / Av. Madre Benvenuta, 2007 - Itacorubi - Florianópolis - SC CEP: 88.035-001 / Telefone: (48) 3321-8400

Fonte: https://eventos.virtual.udesc.br/a485f7fa4e47

Viagem à escola do século XXI - Livro



Uma jornada inspiradora pela educação no mundo. Esta é a proposta do livro Viagem à escola do século XXI – Assim trabalham os colégios mais inovadores do mundo, escrito pelo psicólogo e pesquisador espanhol Alfredo Hernando Calvo. Ao longo das páginas da publicação, o leitor conhece 80 exemplos de ações transformadoras realizadas em escolas de cidades como: Bangladesh, Nova Iorque, São Paulo, Sydney e outras.

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=Cn1a1y77-n0

Clique para fazer o download do Livro

 http://fundacaotelefonica.org.br/wp-content/uploads/pdfs/04-11-16-viagem-a-escola-do-seculo-xxi2.pdf



terça-feira, 21 de março de 2017

Olhar Digital Plus - CES 2017 - A Consumer Electronic Show é a maior feira de tecnologia do mundo, Las Vegas.




Programa 194 na integra.

CES 2017: Evento completa 50 anos; confira o que de melhor rolou em Las Vegas.
http://bit.ly/2ixTcKp
00:23

Realidade Virtual decepciona e fica no "mais do mesmo" na CES 2017.
http://bit.ly/2jwoBLF
02:46

Em forma de assistentes virtuais ou brinquedos, robôs dominam a CES.
http://bit.ly/2iV1NES
06:44

Mais inteligentes, drones dão show e prometem aposentar o "pau de selfie".
http://bit.ly/2jKs34Y
12:51

Descubra como gravar a tela do smartphone.
http://bit.ly/2jwmKGZ
16:41

Com inteligência artificial, carros prometem se tornar mais personalizados.
http://bit.ly/2jlawTU
20:11


Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=W6cKxcE_9Jw

O que é o IPv6, em português claro



 A Internet tem feito muito bem para todos: deve ser preservada e deve continuar a se desenvolver. Mas praticamente não existem mais endereços livres para conectar mais dispositivos, computadores e pessoas à rede. É preciso mudar, alterar seu coração, o IP, para que ela possa continuar crescendo e evoluindo. A Internet precisa do IPv6. Mas como isso afeta você? Este vídeo, criado em janeiro de 2014, explica o que é IPv6, em português claro.

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=_JbLr_C-HLk

Como funciona a Internet? Parte 4: Governança da Internet



 A Internet é uma construção tecnológica fantástica. Hoje ela é importante para as pessoas em geral, mas certamente também para os governos, universidades, para muitas indústrias e para a sociedade civil organizada. Cada um tem um interesse diferente na rede. Felizmente até hoje todos colaboraram para torná-la cada vez melhor. Mas também há divergências às vezes. Quem está cuidando para que ela continue funcionando e se desenvolvendo? Quem é o responsável pela coordenação, pela Governança da Internet?

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=ZYsjMEISR6E

Como funciona a Internet? Parte 3: DNS



Endereços númericos são excelentes para os computadores e outros dispositivos eletrônicos, mas são difíceis de memorizar pra nós, seres humanos. Por isso, a Internet usa o Sistema de Nomes de Domínios, ou DNS. O DNS é apenas uma grande tabela, que mapeia nomes fáceis de lembrar em endereços IP, que são usados efetivamente pra fazer a informação ir de um lado para o outro. Pra funcionar bem, essa tabela é dividida e distribuída entre muitos e muitos servidores na Internet.

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=ACGuo26MswI

Como funciona a Internet? Parte 2: Sistemas Autônomos, BGP, PTTs.




Talvez você já tenha ouvido dizer que a Internet é uma rede de redes. Ela é formada por milhares de empresas independentes, chamadas de Sistemas Autônomos, que estão interligadas de alguma forma a todas as demais. Elas colaboram entre si. Fazem acordos, comerciais ou não, pra transportar os pacotes umas das outras. Muitas vezes usam PTTs pra se interligar a um número grande de outras redes, em um único lugar, e usam um protocolo chamado BGP para informar os endereços IP de seus serviços e usuários umas às outras.

Como funciona a Internet? Parte 1: O protocolo IP



 Entender como a Internet funciona, ao menos o básico, é importante para podermos cuidar dela e utilizá-la melhor. Esta é a primeira parte do vídeo "Como funciona a Internet", feito pelo NIC.br. Apresentaremos aqui o protocolo IP, que é a principal base tecnológica da rede.

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=HNQD0qJ0TC4&list=PL9CC8479B8B9CAFCE&index=52

segunda-feira, 20 de março de 2017

A Internet das coisas, explicada pelo NIC.br


Estamos atualmente vivendo o nascimento de uma nova fase na Internet, a Internet das coisas. Nessa fase, a rede passa a interligar vários tipos de objetos e dispositivos inteligentes, que vão interagir entre si e conosco, tornando nosso dia a dia mais fácil. A Internet e os computadores estão desaparecendo. Estão cada vez mais tão presentes em tudo, que nem reparamos mais neles. Simplesmente esperamos que estejam lá, e os utilizamos sem muito esforço.

quarta-feira, 15 de março de 2017

O desafio da educação no século 21, por Claudia Costin - subtitled in English - Excelente!!!



Não será possível acreditar em uma revolução educacional no Brasil enquanto forem mantidos modelos de ensino uniformizados, pouca prática profissional por parte dos futuros professores e baixa participação dos pais na formação escolar dos filhos. Essa é a opinião de Claudia Costin, diretora global de Educação do Banco Mundial, que trata ainda da educação como estratégia básica para o avanço econômico das nações em desenvolvimento e erradicação da pobreza.

A entrevista integra a série que discute inovação em políticas públicas, gravada na Universidade Columbia, em novembro de 2015. Uma parceria da plataforma UM BRASIL com o Columbia Global Center no Rio de Janeiro e o Lemann Center for Brazilian Studies da Universidade Columbia.


Para ver esta e outras entrevistas, acesse: http://umbrasil.com


CONFIRA TAMBÉM

Clipe da 5ª edição do Lemann Dialogue, uma conferência anual organizada colaborativamente pelas universidades americanas Columbia, Harvard, Illinois e Stanford. Realizado em novembro de 2015, o encontro discutiu o tema "Inovando o setor público brasileiro".

Acesse: https://youtu.be/CzRIOhc4AX8



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As opiniões expressas neste canal não refletem, necessariamente, a posição da FecomercioSP.


Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=9KfkEKSkmq0

Professores do Século XXI - Conexão Futura - Canal Futura





Conexão Futura

Professores do Século XXI - Conexão Futura - Canal Futura

Ao passar dos anos, a função do professor dentro de sala de aula tem se transformado. Além das novas ferramentas tecnológicas, as formas de interação entre os alunos, as famílias e os educadores também tem sofrido constantes mudanças nas ultimas décadas. Com essa nova realidade é preciso refletir sobre a formação dos professores. Acompanhe essa discussão
Entrevistados: Miguel Tompson, CEO do Instituto Singularidades; Suely da Silva Rodrigues, pesquisadora da Fundação Cesgranrio; e Tatiana Klix, repórter do Site Porvir
Apresentação: Cristiano Reckziegel
Exibição: 28 de abril de 2016

Confira todos os episódios do Conexão Futura em nosso canal; inscreva-se agora: https://goo.gl/80HcYG
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Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=8ZyDfRDs4kU

segunda-feira, 13 de março de 2017

El aula multipantalla que no necesita pupitres



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Las nuevas tecnologías han colonizado casi todos los aspectos de nuestra vida cotidiana. Allá donde miremos hay un ordenador, una aplicación o un robot destinado a hacernos la vida más sencilla. Sin embargo, inexplicamente, el ámbito de la educación ha sido uno de los últimos en incorporarse a esta revolución. Hay intentos, pruebas, experiencias y muchas, muchísimas teorías, acerca de las ventajas que la tecnología puede llevar a las aulas, pero pocos ejemplos prácticos. Esta ausencia resulta todavía más clamorosa al tratarse, precisamente, de formar a generaciones que, de forma nativa, ya se relacionan con pantallas y softwares de todo tipo. Tal vez sea la exigencia de inversiones ambiciosas o la falta de visión de los responsables educativos lo que esté frenando una evolución que, aunque no al ritmo que debería, se antoja inevitable.

Mientras el momento de la generalización llega, algunas instituciones y centros educativos, tanto desde el ámbito público como privado, están aplicando soluciones tecnológicas en sus aulas que señalan la dirección de hacia donde irán las tendencias en el futuro. Uno de estos centros es el IE Business School de Madrid: la prestigiosa escuela de negocios lleva varios años tratando de implementar soluciones efectivas para poder hacer de las clases online un recurso eficaz tanto para profesores como para alumnos. Y la respuesta que ha encontrado se llama WoW Room, un nombre que, aunque hace referencia a “Window on the World”, parece la onomatopeya del asombro que causa la visión del videowall de 45 metros cuadrados con sus 48 pantallas de 55 pulgadas que sustenta la plataforma. En esta especie de aula virtual, el único que está presente en la habitación es el profesor (y no siempre, puesto que puede ser sustituido por una imagen holográfica), mientras que los alumnos siguen la clase desde cualquier lugar del mundo. Profesor y alumnos se comunican a través del vídeo, al tiempo que comparten información o elaboran documentos en conjunto.

Pero la verdadera aportación de WoW Room no son sus apabullantes pantallas, sino el nivel de interactuación que puede conseguirse entre quien imparte la clase y quienes la reciben. El software creado específicamente para la plataforma indica al profesor, por ejemplo, si alguno de los alumnos no está prestando atención: “un algoritmo puede indicar, por la contracción de los músculos faciales, qué emociones estás sintiendo en cada momento -explica Jolanta Golanowska, directora de Learning Innovation de IE-. Esto puede ser usado durante la clase, pero también después. El profesor puede ver un vídeo y debajo los gráficos de las seis emociones básicas y del nivel de atención de los alumnos”. La WoW Room fue inaugurada hace sólo unos meses y su impacto está siendo todavía evaluado por el IE, aunque las perspectivas son muy prometedoras. Golanowska confía en que las nuevas tecnologías abrirán otras posibilidades en la educación que lleven al que, cree, tendría que ser su verdadero objetivo: “las universidades no solo deberían ayudar a desarrollar mejores profesionales, sino mejores personas y más felices”.

Entrevista y edición: Azahara Mígel, David Castañón
Texto: José L. Álvarez Cedena

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=G8GVBdkb-v8

ESO’s Top 10 Discoveries - European Southern Observatory (ESO)




Astronomers using ESO facilities have been advancing astronomical studies for decades. Along the way, there have been many truly significant findings that have had a major impact on our understanding of the Universe.

This ESOcast takes a look at what have been ranked as the top 10 discoveries made using ESO telescopes.

More information and download options: http://www.eso.org/public/videos/esoc...

Subscribe to ESOcast in iTunes! https://itunes.apple.com/podcast/esoc...

Receive future episodes on YouTube by pressing the Subscribe button above or follow us on Vimeo: https://vimeo.com/esoastronomy

Watch more ESOcast episodes: http://www.eso.org/public/videos/arch...

Find out how to view and contribute subtitles for the ESOcast in multiple languages, or translate this video on dotSUB: http://www.eso.org/public/outreach/pa...

Credit:
ESO

Editing: Herbert Zodet.
Web and technical support: Mathias André and Raquel Yumi Shida.
Written by: Christopher Marshall, Richard Hook and Herbert Zodet.
Narration: Sara Mendes da Costa.
Music: Toomas Erm.
Footage and photos: ESO, ALMA (ESO/NAOJ/NRAO), ESA/Hubble, L. Calçada, M. Kornmesser, F. Char, A. Santerne, Y. Beletsky (LCO), C. Malin (christophmalin.com), B. Tafreshi (twanight.org), AURA, A. M. Swinbank and S. Zieleniewski, D. Juncher, José Francisco Salgado (josefrancisco.org), NASA, N. Risinger (skysurvey.org), R.Genzel and S. Gillessen.

Directed by: Herbert Zodet.
Executive producer: Lars Lindberg Christensen.



A realidade virtual e a aumentada vão transformar a educação? Ainda não

Debates no SXSWEdu mostram que expectativas sobre impacto de experiências imersivas e que misturam mundo real e digital para aprendizado são maiores do que resultados práticos

por Tatiana Klix 
A tecnologia já possibilita que qualquer pessoa possa visitar Paris, surfar no Havaí, andar por dentro das pirâmides do Egito e entrar em um combate da guerra do Vietnã sem se deslocar. Também permite visualizar fora da tela de um computador ou aparelho móvel a imagem em 3D e em movimento do aparelho reprodutor humano ou do motor de um carro. Tais experiências proporcionadas por tecnologias de realidade virtual e aumentada – que vêm sendo aplicadas e têm causado transformações em vários segmentos, como a indústria de jogos, a medicina e a engenharia – aos poucos estão chegando às escolas levando consigo a promessa de revolucionar a educação. Mas como isso vai acontecer e quando as tecnologias de RV e RA se tornarão populares na sala de aula? Qual será a sua contribuição para o aprendizado? Quais os riscos envolvidos em seu uso intensivo?
Durante o SXSWEdu 2017, evento sobre inovação na educação realizado esta semana em Austin, nos EUA, mais de 20 sessões debateram o tema. O Porvir acompanhou algumas delas para tentar responder a essas perguntas e desvendar qual será o papel das realidades virtual e aumentada na educação. A conclusão é que as expectativas, pelo menos por enquanto, são maiores do que os resultados obtidos em aplicações práticas. As tecnologias estão evoluindo, mas seu uso pedagógico é restrito e controverso.
É muito tentador acreditar que levar alunos para viagens virtuais e ensinar a partir de imagens interativas tornará a experiência de aprendizado mais eficaz e divertida. Ou quem não gostaria de aprender geometria visualizando figuras em 3D que se movimentam? Também é difícil negar o quão engajador pode ser ensinar a história da escravidão no Brasil se os alunos tiverem uma experiência imersiva em uma senzala.
Essas tecnologias podem ser eficientes em alguns casos e contextos, para determinados alunos, mas não são efetivas para serem usadas em qualquer aula
Apesar desses atrativos, não existem pesquisas que mostrem como a realidade virtual beneficia os alunos, segundo Evan Schiff, pesquisador e desenvolvedor de conteúdos e ferramentas tecnológicas. Em sua palestra “The Reality of Virtual – VR Adoption in Schools” (A Realidade do Virtual – A Adoção da Realidade Virtual em escolas), ele enfatizou que a RV não vai salvar a educação. “Essas tecnologias podem ser eficientes em alguns casos e contextos, para determinados alunos, mas não são efetivas para serem usadas em qualquer aula e ainda não sabemos para onde elas vão nos levar”, afirmou. Por isso, poucas escolas abriram suas portas para RV e são raros os conteúdos educacionais disponíveis com intenções pedagógicas claras.
Na sessão “Separating Hype from Reality: AR/VR & Learning” (Separando o Hype da Realidade: RA/RV e Aprendizado), Linda Bush, que desenvolve tutorias online para Pearson, afirmou que quando alunos têm contato com a realidade virtual pela primeira vez sempre acontece um momento “uau”. Passado o impacto da novidade, no entanto, o que se observa é que eles não querem perder a relação com o professor, têm vontade de compartilhar o que estão vendo e experimentando com colegas e querem criar conteúdos. Seu depoimento está conectado com as tendências em RV/RA apresentadas pela consultora para aprendizado imersivo Maya Georgieva na sessão “VR & Mixed Reality Trends: Insights for Educators” (Tendências em RV & Realidades Mistas: Insights para Educadores). Ainda existem poucos criadores de conteúdos educacionais para essas tecnologias, mas segundo a cofundadora da Digital Bodies, eles devem se preocupar em promover aprendizado experiencial, contar histórias e narrativas, promover desafios e proporcionar trocas sociais e a colaboração. Ela citou a plataforma AltspaceVR como uma pioneira nessa tendência. “É o Facebook com realidade virtual”, explicou ao mostrar telas da plataforma que permite a interação com outros usuários em um ambiente virtual.
O futuro é a realidade aumentada, que mistura o mundo real com vídeos e apresentações em 3D
Dan Moller, do estúdio de criação The Mill, que esteve na sessão “Separando o Hype da Realidade: RA/RV e Aprendizado”, disse que os desenvolvedores de jogos já estão conseguindo criar experiências nas quais os usuários conseguem interagir com o ambiente no qual ficam imersos e com outros jogadores, mas ainda não existem materiais pedagógicos assim. Presente no mesmo painel, Mark Christian, diretor de tecnologias imersivas da Pearson, é pouco entusiasta da evolução do uso da realidade virtual em escolas. Segundo ele, a realidade virtual tira o aluno totalmente do mundo real e isso não é resposta para a educação. “O futuro é a realidade aumentada, que mistura o mundo real com vídeos e apresentações em 3D”, afirmou.
Um dos desafios para a popularização de ambas as tecnologias é a preparação dos professores para o seu uso. Segundo Evan Schiff, não é possível formar educadores para usar realidade virtual enquanto ela não for realmente popular também fora da escola. Para o desenvolvedor, ensinar todos educadores desde o básico, como o que é um óculos de realidade virtual até como fazer o uso pedagógico de experiências imersivas, tem um custo muito alto, além de ser ineficiente. “Para aplicar na escola, os professores têm que querer usar RV e ser envolvidos na criação das ferramentas e conteúdos educacionais. Não pode ser de cima para baixo, mas de baixo para cima.”
Na realidade virtual não tem textura, cheiro, gosto, temperatura, não acontece nada inesperado, ou seja, não é a experiência
Herb Coleman, doutor e professor da Austin Community College, é ainda mais pessimista em relação ao uso de realidade virtual na educação. Sua palestra tinha como título a seguinte provocação: “VR Will NOT Save Education; VR Might Destroy It” (RV Não Vai Salvar a Educação; Mas Pode Destruí-la). Segundo o pesquisador, trocar experiências reais por virtuais sem um propósito pedagógico claro é um risco. Ele alerta que ao permitir que as pessoas visitem lugares distantes ou tenham experiências como esquiar e surfar, elas não estão realmente nesses lugares e tendo a experiência completa. “Na realidade virtual a experiência não tem textura, cheiro, gosto, temperatura, não acontece nada inesperado, ou seja, não é a experiência. Um passeio com a turma segue sendo mais interessante”.
Ao longo de sua apresentação, também contradisse outros argumentos daqueles que veem a realidade virtual como uma tecnologia transformadora para o aprendizado. Entre eles, o de que as experiências contribuirão para o desenvolvimento da empatia nos alunos. “Será que a gente precisa mesmo que um aluno se sinta no meio de um bombardeio para desenvolver empatia? Será que todos os textos, fotos, vídeos e notícias não são o suficiente?”, afirmou.
Além disso, ele chama a atenção para o fato de que os dispositivos de realidade virtual não foram desenvolvidos para crianças e que existem inclusive alertas dos fabricantes para que elas não os usem. Por isso, recomenda que os professores tenham objetivos claros com atividades envolvendo realidade virtual e não façam um uso massivo de experiências imersivas. “Se a ideia é fazer uma aula emocionante e divertida, pode ser legal, mas isso não é a solução para o aprendizado”, concluiu.
* Tatiana Klix, editora do Porvir, acompanhou o SXSWEdu in loco