NTM - Núcleo de Tecnologia de São José- SC

O Núcleo de tecnologia disponibiliza aos educadores e demais integrantes da Web este blog com objetivo de divulgar tecnologias que podem auxiliar na educação dos alunos. Postamos também projetos e notícias relativas a rede municipal de ensino de São José, SC. Existem dezenas de postagens e soluções para contribuir no seu dia a dia, vale apena conferir. Você pode traduzir as postagens em vários idiomas!


segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

30 jovens com menos de 30 para acompanhar em 2017

Veja a nova lista da revista Forbes que selecionou líderes de destaque em diversas áreas da educação

por Sydney Johnson, do EdSurge 

Aparecer na lista de “30 com menos de 30” da revista Forbes, que em 2017 aceitou apenas 4% dos indicados, não é pouca coisa. A ação que anualmente destaca líderes jovens em campos como tecnologia, música e ciências médicas, incluiu educação em 2013 e, desde então, as indicações subiram de 90, em 2014, para mais de 450 no ano passado.
O júri deste ano foi composto por Stacey Childress (presidente-executiva do fundo NewSchools), Arne Duncan (Sócio diretor da Emerson Collective e ex-secretário de Educação dos EUA), Wendy Kopp (Cofundadora da Teach for All) e Marcus Noel (Fundador do fundo Heart of Man). Na turma dos escolhidos de 2017, estão 44 integrantes de 20 e poucos anos que atacam de tudo um pouco, desde programação até ingresso ao ensino superior, bem como desníveis de oportunidades no ambiente educacional. Apesar dos talentos, projetos e históricos serem bastante amplos, agrupamos os escolhidos em grupos para ajudá-lo a conhecer melhor o grupo de 2017:
Organizações não-governamentais
As ONGs mais uma vez são responsáveis por grande parte do trabalho para tornar a educação acessível a todos os estudantes. A lista destaca Jirayut Latthivongskorn (27) e Denisse Rojas Marquez (27), cofundadores da Pre-Health Dreamers, uma organização que auxilia estudantes sem registro nos EUA a seguirem carreiras médicas.
A Forbes também cita Blair Brettschneider (27), que fundou a GirlForward, para oferecer educação, mentoria e oportunidades de liderança para meninas refugiadas, e Mendel Grinter (25), cujo grupo de advocacia Campaign for School Equity apoia a expansão de educação de qualidade para estudantes negros no estado do Tennessee ao engajar famílias e a comunidade na elaboração de políticas públicas.
A lista também apresenta a fundadora da Yoga Foster, Nicole Cardoza (27), cujas aulas de ioga e meditação já beneficiaram 20.000 estudantes em 39 estados. Evin Robinson e Jessica Santana, sócios da New York on Tech, também foram reconhecidos por seu trabalho de oferecer carreiras na tecnologia para jovens de baixa renda.
Ex-alunos da Teacher for America
Experiência em sala de aula não era um pré-requisito para a seleção, mas diversos jovens contam com essa experiência. Apesar de nenhum deles estar atualmente lecionando, a lista de 2017 trouxe diversos educadores da Teach for America. A lista inclui Ryan Hoch (29), um professor de matemática que, em 2013, foi um dos cofundadores da plataforma de preparação para o ensino superior Overgrad. A outra ex-TFA é Jenna Leahy (28),  cofundadora da CASA Academy, que comanda uma escola no Arizona em que mais de 70% dos estudantes não têm inglês como primeira língua.
Também aparece a dupla da TFA Jacob Allen (28) e Marie Dandie (27), que fundaram a pilotED Schools, em Chicago, para “desenvolver fortes identidades de estudantes negros e pardos”. A Forbes também destacou mais um ex-professor da TFA, Hardy Farrow (26), que agora é diretor-executivo da Let’s Innovate through Education, e Jeffrey Martín (25), presidente-executivo da honorCode, cujo sócio, Dylan Stone-Miller (26) também aparece na lista.
Estudantes
Uma peculiaridade de 2017 foi a honraria dada a quem trabalha com educação por dentro do sistema: estudantes. Isso inclui o Cliff Weitzman (22), da Universidade de Brown e embaixador Google, que criou a Speechify para ajudar estudantes com dificuldades de leitura e outros transtornos. Iniciantes em Harvard, como Luke Heine (22) e Cole Scanlon (20), também foram lembrados após lançarem o Fair Opportunity Project, um guia gratuito para ajudar estudantes de baixa renda no processo de inscrição e na obtenção de  financiamento, trazendo ainda temas como avaliações, entrevistas e bolsas de estudo.
Ferramentas
A Forbes mais uma vez tirou o chapéu para empreendedores que criam ferramentas para escolas e para inovadores em tecnologia educacional. Os primeiros são Jacobi Petrucciani (22), Prahasith Veluvolu (21) e Colton Voege (21), que juntos inventaram uma plataforma que usa inteligência artificial para avaliação e comentários chamada Mirmir. Sophia Parsa (25) e Shakib Zabihian (25), cofundadoras da ferramenta de tutoria sob demanda toot, também foram lembradas.
O inventor da BrainStation, Jason Field (27), foi listado por sua escola de programação baseada em ensino híbrido, que alcança 25.000 estudantes na Américas do Norte, Central e do Sul. Leandra Tejedor (25), cofundadora da Vidcode, aparece na lista por oferecer programação a estudantes através de meio de vídeos nas redes sociais (e até se associou ao Snapchat para ensinar usuários a fazer seus próprios filtros).
Connie Hu (27) e Joseph Schlesinger (27), da ArcBotics, também foram reconhecidos por seu trabalho na empresa de aulas de programação e robótica, que está presente  em 78 países, além de universidades como Stanford e MIT.
Fundos
Ao lado de cada ideia e produtos inovadores está a necessidade de dinheiro. Dois integrantes da lista “30 com menos de 30″ desse ano se encaixam nesse papel – e são um dos mais jovens a atuarem nesse ramo. Jeremy Fiance (25), do The House Fund, é um deles. Formado na Universidade da Califórnia em Berkeley, ele comanda um fundo de capital pré-semente e semente direcionado a empreendedores egressos da instituição de ensino, como estudantes, funcionários e ex-alunos. Joe Vazques (27) apoia empreendedores por meio de um programa de impacto social chamado Runway Incubator, que levou US$ 25.000 em investimento com participação em cinco empresas no último ano.
Outros integrantes da lista “30 com menos de 30″ de 2017
– Gregory Brown (28) e Mitchell Moffit (28), criadores do AsapSCIENCE
– Louise Baigelman (29), cofundadora da Story Shares
– Rachel Romer Carlson (28) e Brittany Stich (28), cofundadoras da Guild Education
– Sieva Kozinsky (26) cofundadora da StudySoup
– Jonathan Gottfried 26) e Mike Swift (27), cofundadores da Major League Hacking
– Elijah Mayfield (27), vice-presidente de novas tecnologias na Turnitin
– Jordan Levy (24), Andrew Pohle (27) e Jack Schaufeld (24), cofundadores da Real Time Cases
– Shanyn Ronis (29), fundador da Education Global Access Program
– Jeff Sorensen (27), fundador do optiMize
– Alec Whitters (29), presidente-executivo da Higher Learning Technologies
* Publicado originalmente no EdSurge e traduzido mediante autorização


segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Porvir lança simulador para montar laboratório maker

Ferramenta que integra o guia sobre Educação Mão na Massa traz lista de equipamentos e sugestões de projetos

por Redação 
E se a sua escola tivesse em um só ambiente a conectividade do laboratório de informática, a possibilidade de fazer experiências com equipamentos eletrônicos da mesma maneira que nos laboratórios de ciências e a chance de interagir o máximo possível com outros grupos para aprimorar um projeto. Parece interessante, não é? Ainda mais para quem viu o tour 360º pelo Fab Lab Escola Sesi que publicamos no Especial Educação Mão na Massa.
Pensando em quem quer dar os primeiros passos ou mesmo montar um ambiente avançado, com máquinas de precisão, o Porvir lança nesta quinta-feira (15) o simulador Laboratório Maker, que traz itens e valores previstos para atender uma turma de 30 alunos durante seis meses, tempo médio necessário para desenvolver um projeto e envolver diferentes professores.

Para a concepção do material, o Porvir contou com apoio de Heloísa Neves, fundadora da consultoria We Fab e professora do Insper, e de Juliana Ragusa, que trouxe as sugestões de uso pedagógico. Os exemplos de aula para cada nível de infraestrutura apresentado no simulador foram pensados segundo um único eixo, que conversa com as quatro áreas do conhecimento cobradas pelo Enem: linguagens, ciências humanas, matemática e ciências da natureza.
A ferramenta está baseada no inventário de itens previsto pela Rede Fab Lab Brasil, organização que conecta espaços em diferentes partes do Brasil e do mundo. Para fazer parte dessa rede, além das ferramentas e maquinário que são apresentadas aqui, ainda será necessário seguir a chamada Carta Fab Lab de regras, compartilhar ferramentas e processos, e se conectar a uma comunidade global.
E por onde começar? “Eu nunca compraria a impressora 3D como primeira máquina”, diz Heloísa. Ela cita que, além da demora para imprimir, o equipamento quebra com frequência e pode ficar parado à espera de peças ou de um simples ajuste se não houver um especialista disponível. Por isso, componentes eletrônicos merecem toda a atenção. “Quando uma criança pega um LED, um botão, uma bateria e entende o circuitinho básico para fazer uma luz acender, soldando mesmo, isso já é a base para mim”, detalha a consultora.
“Esses itens básicos para início do trabalho combinam facilmente com materiais de papelaria que já fazem parte do dia a dia escolar, como papel, canetinha, tesoura, estilete, régua. A diferença é que agora tudo precisa estar sempre à mão, para quando a criança tiver vontade de materializar qualquer ideia”.
Ouça abaixo o podcast que gravamos com Heloísa Neves. Além dos temas acima, a conversa também trata de outros equipamentos, de recursos humanos e da dinâmica das atividades.
Fonte: http://porvir.org/porvir-lanca-simulador-para-montar-laboratorio-maker/

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Ray Kurzweil: Get ready for hybrid thinking - TED - Legendado



Two hundred million years ago, our mammal ancestors developed a new brain feature: the neocortex. This stamp-sized piece of tissue (wrapped around a brain the size of a walnut) is the key to what humanity has become. Now, futurist Ray Kurzweil suggests, we should get ready for the next big leap in brain power, as we tap into the computing power in the cloud. 

Inventor, futurist
Ray Kurzweil is an engineer who has radically advanced the fields of speech, text and audio technology. He's revered for his dizzying — yet convincing — writing on the advance of technology, the limits of biology and the future of the human species. Full bio

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Journey of a Lifetime -- Mars



NASA wants you to be part of the Journey to Mars. Today, NASA is pushing the boundaries of technology and innovation. NASA’s fleet of robotic scientific explorers at Mars are paving the way for human exploration. Join us in a monumental journey of a lifetime to extend the frontiers of human exploration, gaze across alien landscapes, and see our Sun rise over new horizons. Join us for NASA’s JOURNEY TO MARS.

Journey of a Lifetime-Mars is also available at no charge in full dome planetarium formats. For information, contact Evans and Sutherland Digital Theater (www.es.com)
Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=cafLyEU9Y50

NASA | Tour of the Moon



NASA | Tour of the Moon

NASA Goddard
Although the moon has remained largely unchanged during human history, our understanding of it and how it has evolved over time has evolved dramatically. Thanks to new measurements, we have new and unprecedented views of its surface, along with new insight into how it and other rocky planets in our solar system came to look the way they do. See some of the sights and learn more about the moon here!

This video is public domain and can be downloaded at: http://svs.gsfc.nasa.gov/goto?10929

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Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=2iSZMv64wuU

Metalentes, la óptica del futuro que revolucionará las cámaras




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En el siglo II Galeno, padre de la medicina, recogió una proeza científica realizada 300 años antes por Arquímedes. Según el médico griego, el famoso filósofo, estando al servicio del tirano de Siracusa, consiguió hacer arder las naves de guerra romanas utilizando una serie de espejos ustorios. La veracidad de la historia, que no fue contada por ningún historiador de la época, sigue causando encendidos debates aún hoy. Desde Renè Descartes a los televisivos cazadores de mitos, pasando por equipos de investigación del MIT, han sido muchos los que a lo largo de los siglos han intentado refutar -o afirmar- la hazaña bélica. Y el resultado, incluso en las recreaciones, siempre ha sido el mismo: no hay pruebas concluyentes de que el genio de Arquímedes ideara semejante arma... pero tampoco de lo contrario.

Verdadera o falta, la anécdota del sabio griego sirve para ilustrar el poder que pueden tener unas simples lentes si se saben utilizar y se tienen unos conocimientos (hoy evidentes) sobre las propiedades de reflexión, refracción y difracción de la luz. Física básica, incluso para quienes la física es un misterio insondable. No es el caso de Federico Capasso, uno de los científicos más reputados de nuestros días. El italiano conoce de sobra las propiedades de la luz y sabe que son las que sustentan las posibilidades de cualquiera de las lentes utilizadas hoy en multitud de objetos (desde cámaras fotográficas a gafas). Pero la diferencia entre alguien normal y un científico inquieto, es que el segundo utiliza sus conocimientos de las leyes para intentar, si no quebrarlas, al menos burlarlas para conseguir su objetivo. Eso es lo que ha hecho Capasso al fabricar unas nuevas lentes completamente planas.

El aporte no es pequeño. Las lentes curvas, como las que utilizan las cámaras o los telescopios, se agrupan para reducir las distorsiones y aclarar las imágenes. Por eso los microscopios potentes son tan grandes y los teleobjetivos tan voluminosos. Y, aunque la tecnología ha evolucionado bastante, no era posible fabricar lentes compactas y delgadas. Hasta ahora. Hasta que Capasso y su equipo de la universidad de Harvard han demostrado por primera vez que una lente plana y compacta puede ser muy eficiente dentro de todo el espectro de luz visible, cubriendo el rango de colores al completo.
Según publicó en su web la universidad de Harvard, uno de los descubrimientos más importantes realizados por el equipo de Capasso ha sido la utilización del dióxido de titanio, un material que se encuentra en muchas sustancias (desde la pintura hasta el protector solar) y que sirve para crear las nanoestructuras lisas y de alto rendimiento que forman el corazón de la meta-lente. La ventaja del material es que permitirá que estas lentes sean fabricadas de forma industrial por un coste asequible, lo que significa que dentro de muy poco estarán instaladas en todos nuestros dispositivos. Pero, sin duda, lo que más nos impresionará es la capacidad que estas metalentes tendrán para engañar a nuestro cerebro en aplicaciones de realidad virtual y realidad aumentada. Capasso asegura que la sofisticación de estas ópticas permitirá una fusión absoluta entre el mundo real y el digital. Una posibilidad que fascina y –de alguna forma- inquieta en la misma medida.

Imágenes cedidas por: www.industrialvision.co.uk
Texto: José L. Álvarez Cedena

#VodafoneOne



Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=SIH9n_Ll1DM

Série de 12 programetes baseados na Revista em Quadrinhos Dom João Carioca a Corte no Brasil - Canal Futura


Série de 12 programetes baseados na Revista em Quadrinhos Dom João Carioca a Corte no Brasil de Spacca, escritor e ilustrador, e da historiadora Lilia Moritz Schwarcz. Em vídeos de até cinco minutos, a série conta os principais fatos que ocorreram no período joanino, os 13 anos que Dom João esteve no Brasil. Movimentos de câmera, trilha sonora e dublagem dão vida aos desenhos originais.


https://www.youtube.com/watch?v=vMCGkrGB9E4&list=PL5837763F26AB1B87


Dom João no Brasil | Ep. 01: Nos tempos de Bonaparte 

O episódio mostra o contexto histórico de Lisboa à época da iminente invasão de Napoleão. O grande general francês está tomando a Europa, expandindo os seus domínios. A França quer impor o Bloqueio Continental a Portugal e essa pressão faz com que o príncipe regente, Dom João, fique entre França e Inglaterra seu aliado histórico. Surge então a ideia de fugir com a Corte para a maior de suas colônias, o Brasil. Assim, o príncipe não se submeteria a Napoleão, não perderia a coroa e teria a Inglaterra ao seu lado. 

https://www.youtube.com/watch?v=vMCGkrGB9E4&list=PL5837763F26AB1B87 

 

https://www.youtube.com/watch?v=w-BLqvhYPGk&list=PL5837763F26AB1B87&index=2

 Dom João no Brasil | Ep. 02: Ir ou não ir, eis a questão

 As tropas de Napoleão estão a caminho de Portugal. O general francês ameaça tirar a coroa de Dom João se ele continuar aliado da Inglaterra. O indeciso príncipe regente refuga até o último minuto, quando finalmente decide partir para a colônia. A princesa Carlota Joaquina é terminantemente contra, mas é obrigada a aceitar a decisão do marido. Apesar da revolta do povo português, no dia 29 de novembro de 1807, a Corte inteira embarca às pressas para o Brasil, escoltadas por naus inglesas - um acordo que seria o início da dívida externa do Brasil.

https://www.youtube.com/watch?v=w-BLqvhYPGk&list=PL5837763F26AB1B87&index=2

 

https://www.youtube.com/watch?v=QvWSE-sF-w4&list=PL5837763F26AB1B87&index=3

Dom João no Brasil | Ep. 03: Homens ao Mar! 

O episódio mostra a viagem marítima de Dom João e da Corte para o Brasil, com todos os perigos que oferecia. Foram dois meses de desconforto e mal-estar navegando até a costa brasileira. Sem água a bordo, os portugueses bebiam vinho de péssima qualidade, enfrentavam um calor infernal e um tripulante indesejado, o piolho. Conclusão: todas as mulheres, inclusive a princesa Carlota Joaquina, são obrigadas a rasparem os cabelos. Não se sabe ao certo, mas calcula-se que tenham embarcado cerca de dez mil pessoas. E o Brasil, às pressas, começa a se preparar para recebê-las.

 https://www.youtube.com/watch?v=QvWSE-sF-w4&list=PL5837763F26AB1B87&index=3

 
https://www.youtube.com/watch?v=2N5wBvpgyXE

Dom João no Brasil | Ep. 04: Venha cá, meu Rei

Dom João e a Corte portuguesa chegam a Salvador, causando um alvoroço na cidade. No dia 28 de janeiro, Dom João decreta a abertura dos portos às nações amigas, o que, na verdade, era inevitável, porque o Brasil precisava abrir os portos à Inglaterra. mas a carta régia abria os portos para as nações que, em breve, iriam concorrer com os ingleses. Antes de zarpar para o Rio, Dom João ainda cria uma Escola de Cirurgia, autoriza fábricas de vidro e de pólvora e uma companhia de seguros.

https://www.youtube.com/watch?v=2N5wBvpgyXE

 

https://www.youtube.com/watch?v=VaHrSAFBf1U

Dom João no Brasil | Ep. 05: Olha a Corte aí, gente 

 No dia 8 de março de 1808, a Corte portuguesa desembarca no Rio de Janeiro, sede do vice-reinado. Para alojar todas as pessoas que acabavam de chegar, a coroa desapropriou milhares de brasileiros, pintando nas portas as siglas "P.R.", de propriedade real, que logo o povo apelidou de "ponha-se na rua". Houve uma profunda mudança na cidade, começando pelos inúmeros navios que não paravam de chegar ao porto, que não estava preparado para receber navios do mundo inteiro. Embarcações de Londres, África, Oriente e até Oceania vinham para o Brasil sem precisar passar por Lisboa.

 https://www.youtube.com/watch?v=VaHrSAFBf1U

 
https://www.youtube.com/watch?v=8RrCMbOZTsA

Dom João no Brasil | Ep. 06: Uma corte brasileira com certeza

 A Corte real está se adaptando aos trópicos e mantém alguns hábitos da época. Dom João instaura a cerimônia diária do beija-mão, onde recebia seus súditos. De mulato a general, todos faziam pedidos ao príncipe regente. Assim como em Portugal, Dom João e Dona Carlota moravam separados. Ele ganhou nos trópicos um refúgio afastado da Corte, o Palácio da Quinta da Boa Vista, um presente do turco Elias, e ela vivia num palacete, em Botafogo.

https://www.youtube.com/watch?v=8RrCMbOZTsA

 

https://www.youtube.com/watch?v=Jd2sNHzrlW8

 

Dom João no Brasil | Ep. 07: Um jardim, uma igreja e muitos títulos, ora pois

 Assim que chegou ao Rio, Dom João declarou guerra à França. As forças luso-britânicas desembarcam em Caiena, capital da Guiana Francesa, e, depois do combate, o governador francês rende-se, em 1809. Foi a vingança de Dom João contra Napoleão. Nessa época, Dom João tentava criar no Rio o que havia em Portugal. Em 1808, sai o primeiro jornal publicado no país, a Gazeta do Rio de Janeiro. O jornal funcionava como um órgão do gorverno, onde se publicavam decretos e notícias de acordo com a vontade de Corte.

 https://www.youtube.com/watch?v=Jd2sNHzrlW8

 
https://www.youtube.com/watch?v=rI71YNrLo7o

Dom João no Brasil | Ep. 08: A Colônia que virou metrópole

 Em 1808, Dom João permite a instalação de fábricas no Brasil e cria o Banco do Brasil. O episódio destaca a participação de Dom Rodrigo nas decisões políticas. O ministro, que tendia para os interesses da Inglaterra, tentava convencer o príncipe pelo término do comércio de escravos, mas Dom João temia desagradar a traficantes, donos de engenho e mineradores. Só em 1850, 24 anos depois da morte de Dom João, é que o tráfico foi proibido pela Lei Eusébio de Queiróz.

https://www.youtube.com/watch?v=rI71YNrLo7o

 

https://www.youtube.com/watch?v=gtTBdIxWObE

 Dom João no Brasil | Ep. 09: Pintando os Brasis

  Com a derrota de Napoleão, embaixadores das grandes nações europeias se reúnem no Congresso de Vienna para definir o mapa de Europa e restaurar o Antigo Regime dos reis absolutos. Portugal tenta barganhar umas terrinhas a mais para o Império. No episódio, o Brasil é elevado a Reino. Dona Maria I morre, Dom João e Carlota, agora são rei e rainha. Nesta época chega à corte um grupo de artistas franceses que serviam a Napoleão e pediam asilo ao rei do Brasil. Liderados por Joachim Lebreton, o arquiteto Grandjean de Montigny, os pintores Debret e Taunay, os escultores Irmãos Ferrez e muitos outros chegam para retratar os Brasis.

https://www.youtube.com/watch?v=gtTBdIxWObE 

 

https://www.youtube.com/watch?v=F2MaLs_kj-w

 Dom João no Brasil | Ep. 10: Casamentos arranjado, sonho frustrado 

O episódio é dedicado a Dona Leopoldina, que viria a ser a primeira imperatriz do Brasil. A arquiduquesa austríaca casa-se por precaução com Dom Pedro e é recebida com festa no Rio, em 1817. Além das damas de honra e outras serviçais, Dona Leopoldina traz uma equipe de artistas e cientistas, como o pintor Thomas Ender, o zoólogo Natterer, o botânico Pohl e os naturalistas Spix e Martius. A princesa era dedicada, culta, praticamente uma cientista amadora. Já Dom Pedro gostava de artes militares e era mulherengo.

https://www.youtube.com/watch?v=F2MaLs_kj-w

 

https://www.youtube.com/watch?v=8zK3D01dXc0

 

Dom João no Brasil | Ep. 11: Sem perder a majestade

Dom João é aclamado rei de Portugal, Brasil e Algarves. Mas, na terrinha, as coisas não andavam muito bem: a insatisfação do povo com o descaso da Corte culmina na Revolução Liberal do Porto. Os portugueses exigem, entre outras coisas, o retorno de Dom João a Lisboa.

 https://www.youtube.com/watch?v=8zK3D01dXc0

 

https://www.youtube.com/watch?v=R76BHD--vB8

Dom João no Brasil | Ep. 12: Adeusinho 

Dom João continua a ser pressionado para voltar a Portugal. Ele declara aderir e adotar para o Reino do Brasil a Constituição portuguesa, com modificações. O povo português reage e exige a constituição sem restrições. Pressionado, Dom João aceita, mas os portugueses só se acalmariam com a presença do rei. Sem outra alternativa, o regente decide pelo retorno e embarca no dia 24 de abril de 1821. Raspa os cofres e leva cerca de 3.000 e cinquenta milhões de cruzados do Banco do Brasil. Dom Pedro fica com o desafio de administrar um país sem fundos, com crises políticas e desavenças, que levariam à independência um ano depois, sob sua liderança.

https://www.youtube.com/watch?v=R76BHD--vB8



segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

James Veitch: This is what happens when you reply to spam email - LEGENDADO




Suspicious emails: unclaimed insurance bonds, diamond-encrusted safe deposit boxes, close friends marooned in a foreign country. They pop up in our inboxes, and standard procedure is to delete on sight. But what happens when you reply? Follow along as writer and comedian James Veitch narrates a hilarious, months-long exchange with a spammer who offered to cut him in on a hot deal.

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Glow-in-the-dark sharks and other stunning sea creatures | David Gruber


Just a few meters below the waves, marine biologist and explorer-photographer David Gruber discovered something amazing — a surprising new range of sea creatures that glow in many colors in the ocean's dim blue light. Join his journey in search of biofluorescent sharks, seahorses, sea turtles and more, and learn how these light-up creatures could illuminate a new understanding of our own brains.

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terça-feira, 6 de dezembro de 2016

O que está no currículo é mais importante do que como se ensina


Em entrevista ao Porvir, Charles Fadel, professor visitante de Harvard e especialista em inovações em educação, discute como atualizar o currículo escolar

por Vinícius de Oliveira  
Os desafios do mundo demandam que estudantes olhem para o mundo de uma nova maneira e façam conexões que envolvam competências, o lado socioemocional, e o cognitivo. Ao mesmo tempo, existe o dilema de que tudo o que é mais fácil de ensinar também corre maior risco de ser digitalizado, automatizado ou terceirizado. Charles Fadel, especialista em inovações para educação, fundador do Center for Curriculum Redesign e professor visitante de Harvard, propõe em seu novo livro “Educação em quatro dimensões: as competências que os alunos devem ter para atingir o sucesso” (PDF grátis) que devemos nos atentar não apenas para o como, mas para o que é ensinado para aumentar o nível de engajamento.
Em uma era em que se debate o poder e a influência dos algoritmos de sites de busca e redes sociais, será que devemos continuar deixando esse tópico de lado nas escolas em favor da matemática tradicional? Na entrevista que você lê abaixo, o especialista que visita o Brasil para participar de evento promovido pelos institutos Península e Ayrton Senna analisa como é possível atualizar o currículo sem aumentar o fosso entre alunos de diferentes realidades sociais e econômicas, bem como a importância da interdisciplinaridade para uma escola que faça sentido ao aluno.
Porvir – Analisando o cenário atual, quais são as questões que demandam uma resposta urgente de educadores e formuladores de políticas públicas?
Charles Fadel – Acho que todos compartilhamos um grande problema que é o aquecimento global, que no pior cenário pode levar à extinção da raça humana e em muitas outras análises pode ser muito danoso a ecossistemas em geral e ao padrão de vida de todos. Para piorar, temos questões econômicas que merecem atenção porque aqueles que não se sentem seguros em seus empregos e não atingiram boa qualidade de vida não terão tempo e tendem a não levar em consideração temas mais gerais, que afetam o mundo todo, como é o caso do aquecimento global. Em síntese, precisamos lidar simultaneamente com o curto e o longo prazo, mas não estamos prontos para fazer isso ao analisarmos a maneira como evoluímos, de olho apenas em problemas imediatos.
Porvir – No seu novo livro, o senhor fala sobre a corrida entre tecnologia e educação, além de pesquisas que mostram a insatisfação de estudantes e empregadores. Como sistemas educativos podem encarar os avanços tecnológicos?
Fadel – Penso que a educação nos últimos tempos tem ficado para trás, mas também foi assim durante a Revolução Industrial e fomos capazes de nos adaptar. O desafio atual é que a tecnologia está evoluindo muito mais rápido do que no passado porque ela acontece em diversas frentes. Temos que considerar também que durante a Revolução Industrial além das máquinas que surgiram, evoluímos de não ter telefone e ter telefonia fixa, não ter eletricidade para ter eletricidade, não ter meios para gravar voz ou imagens até que conseguimos alcançá-los. Esses fatos representaram rompimentos. O que temos hoje é uma aceleração que não é tão descontínua, mas temos que nos adaptar. Para isso, precisamos ser mais inteligentes sobre como gastamos nosso tempo aprendendo e repensarmos completamente o que aprendemos. Em uma era de buscadores e inteligência artificial, o que precisamos aprender é muito diferente do que era necessário há um século.


Porvir – E como é possível oferecer oportunidades a todos em um cenário como esse?
Fadel – Acho que as coisas vão ficar piores no curto prazo até que melhorem. Todos os países, incluindo o Brasil, têm uma grande disparidade de ações. De um lado, temos o analfabetismo e o analfabetismo funcional e, do outro, pessoas que trabalham em empresas de tecnologia de ponta como a Embraer. É muito difícil tentar educar a todos da mesma maneira e como acontece no marketing, em que segmentos da população possuem necessidades variadas, teremos que aceitar que, pelo menos no curto prazo, ofereceremos educação diferente aos que não são alfabetizados e aos que estão avançando para a nova economia. Com o passar do tempo, teremos maiores chances de diminuir as disparidades.
Por que continuamos tão relutantes em ensinar empreendedorismo, bem-estar, robótica e outros temas que atualmente são mais importantes que as disciplinas tradicionais?
Porvir – Se o senhor fosse escolher uma escola para seus filhos hoje, que tipo de abordagem buscaria?
Fadel – É importante distinguir o que ensinamos da maneira como ensinamos. O que ensinamos é determinado por governos, que criam testes para entrada no ensino superior, que por sua vez ditam o que é ensinado. O livro é uma reflexão sobre o que é ensinado. Em termos de como, tem sido demonstrado que cada um aprende do seu jeito. Também posso dizer por experiência pessoal que projetos ajudam o aluno a reter mais informações do que aulas expositivas. O nosso papel é entender quais áreas merecem projetos aprofundados e quais são necessárias para contextualização, para então aplicarmos diferentes métodos e atenção em cada uma delas.
Porvir – Quando o senhor fala sobre currículo e de como novos assuntos como algoritmos são tão importantes como a matemática tradicional, também menciona a reação de meios acadêmicos. Por que isso acontece?
Fadel – Bem, cada um defende o que sabe. A psicologia chama isso de viés de confirmação. Cada especialista vê sua área de conhecimento como a mais importante e deixa de ter uma visão estratégica. Uma analogia que posso fazer é que eles se preocupam demais com a casca da árvore e não enxergam a planta inteira, mesmo em suas próprias disciplinas. E também não entendem como essa árvore interage com a floresta e como funcionam os ecossistemas animal e vegetal.
Porvir – Outras áreas do conhecimento também podem sofrer mudanças desse tipo?
Fadel – Todas as áreas podem ser transformadas se pensarmos o que é mais importante em cada disciplina. Demos o exemplo da matemática no livro, mas pode acontecer o mesmo em disciplinas como história. Você pode desejar um aprofundamento, e não apenas datas e fatos sobre as guerras. Por exemplo, quando se ensina história da Grécia e o que acontece em Atenas e Esparta, pode-se desejar entender por que essas cidades criaram sistemas democráticos e autocráticos, por que prosperaram tanto e entraram em colapso. É olhando para os conceitos e metaconceitos que se ganha ao aprender essas disciplinas e não apenas números.
Porvir – Por que um currículo para atender as necessidades do século 21 precisa estar em constante atualização? Como preparar educadores e líderes educacionais para esse cenário?
Fadel – É uma mudança de mentalidade. Todo mundo cresce com a ideia de que as coisas são fixas e que elas devem se parecer com o que aprendemos quando éramos crianças. Mas os padrões mudam ao longo do tempo. Não ensinamos latim e grego como fazíamos e também não fazemos isso em áreas como a matemática. As pessoas não percebem que as coisas devem mudar mais rápido e com mais vigor com o passar do tempo. E não entendem que mudar significa trazer novas áreas e disciplinas para o centro. Por que continuamos tão relutantes em ensinar empreendedorismo, bem-estar, robótica e outros temas que atualmente são mais importantes que as disciplinas tradicionais? O que há de errado nisso? Não há razão para acreditar que elas não possam ter espaço no currículo. Como ele está tão cheio, temos que tirar o que é mais antigo com cuidado, e isso é muito difícil de ser feito porque cada especialista vai querer defender sua área de atuação.


Porvir – Qual a importância de integrar atividades mão na massa para o redesenho curricular com a intenção de atender às demandas do século 21?
Fadel – Elas permitem a interdisciplinaridade e a integração do maior número possível de áreas. Entretanto, demandam uma enorme quantidade de tempo se tudo for baseado em descobertas ou projetos. É preciso analisar com cuidado e perceber quais áreas necessitam mais de uma abordagem por projetos. Voltando ao exemplo da história grega, se eu quiser explicar aos alunos a importância da autocracia e da democracia ou como alguém como Alexandre, o Grande liderou aos 19 anos uma tropa de milhares de homens, é possível deixar o restante em segundo plano para ser ensinado mais rapidamente do jeito tradicional.
É preciso pensar como cada um é avaliado no trabalho todos os dias. Ao invés de uma prova, seu chefe e colegas dizem que você se comunica melhor hoje do que no ano passado, que progrediu desta ou daquela maneira e que trabalhou em determinadas questões que ainda não foram resolvidas.
Porvir – Como escolas devem se preparar para desenvolver e avaliar alunos considerando as quatro dimensões trazidas no livro?
Fadel – Em primeiro lugar, não foi investido dinheiro o suficiente para avaliar essas dimensões e parte do que meu centro trabalha atualmente é na criação de um consórcio para pesquisas em conjunto. Em segundo lugar, é preciso pensar como cada um é avaliado no trabalho todos os dias. Ao invés de uma prova, seu chefe e colegas dizem que você se comunica melhor hoje do que no ano passado, que progrediu desta ou daquela maneira e que trabalhou em determinadas questões que ainda não foram resolvidas. É subjetivo e qualitativo, mas é assim que o mundo funciona. Ficamos muito ligados a testes objetivos, mas essa é só uma parte. Temos que aceitar as avaliações formativas, que seriam aplicadas por professores bem formados e pelos próprios estudantes.

 Fonte: http://porvir.org/esta-curriculo-e-mais-importante-como-se-ensina/



quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Série Destino: Educação chega ao último episódio com reflexão sobre sistemas educacionais


Programa visitou 12 escolas para mostrar algumas tendências educacionais pelo mundo

por Redação  


Depois de visitar 12 escolas espalhadas pelo mundo, chega ao fim a série documental “Destino: Educação – Escolas Inovadoras”. Produzida pelo Canal Futura com consultoria do Instituto Inspirare e parceria com o Serviço Social da Indústria (SESI), os 12 episódios mostraram como instituições de ensino inovam na maneira de lidar com seus alunos de acordo com as demandas e necessidades de cada população.
Cada programa, com cerca de 50 minutos de duração, foi destinado a uma escola. A equipe de produção da série visitou duas escolas no Brasil (Projeto Âncora e NAVE), três nos Estados Unidos (e3 CIVIC, High Tech High e Ross School), e uma na Inglaterra, Colômbia, Dinamarca, Índia, Holanda, Argentina e Finlândia. A partir das entrevistas com alunos e funcionários da escola dá para ter uma ideia de como cada local tem sua maneira própria de funcionamento e adota metodologias que façam sentido a seus estudantes.
Muitas das escolas visitadas apostam em autonomia, na divisão dos alunos por ciclos, na personalização do ensino e na aprendizagem colaborativa. O uso de tecnologia e o aprendizado baseado em projetos também são tendências amplamente utilizadas em algumas das instituições.


No último programa, o 13º, especialistas discutem por que é tão importante seguir o exemplo dessas escolas e mudar a maneira como a educação foi concebida. Fabio Zsigmond, cofundador do Mundo Maker, aponta para a necessidade de descobrir caminhos a serem trilhados no sentido de aproximar o conteúdo do estudante, para que esse veja mais sentido naquilo que está aprendendo.

Fernando M. Reimers, professor de Educação Internacional da Harvard Graduate School of Education, concorda com Zsigmond no sentido de que juntar alunos da mesma idade em um local para que eles aprendam a mesma coisa é uma estratégia que nem sempre dá certo. Ele comenta que a noção da necessidade de educar todos é nova e, a partir disso, a sociedade começou a buscar formas de atender a todos – a educação de massa. Reimers coloca esse método como a antítese da personalização, já que dessa forma as particularidades dos estudantes não são realmente levadas em consideração.

Nessa linha, Anna Penido, diretora do Instituto Inspirare, defende que inovar em educação implica em ouvir os estudantes e adaptar os processos educativos atuais aos perfis e interesses dos estudantes do século 21 e às demandas da sociedade. Segundo ela, é importante não concentrar todo o objetivo da aprendizagem no desenvolvimento de capacidades intelectuais, mas também nas chamadas competências socioemocionais, de se relacionar com os outros, saber se comunicar, negociar e se expressar.

1)  Âncora (Brasil)  – Assista aqui
2)  Bath (Inglaterra)  – Assista aqui
3) Fontán (Colômbia)  – Assista aqui
4) Orestad Gymnasium (Dinamarca)  – Assista aqui
5) e3 CIVIC (EUA)  – Assista aqui
6) Riverside (Índia)  – Assista aqui
7) High Tech High (EUA)  – Assista aqui
8) Steve Jobs (Holanda)  – Assista aqui
9) Ross School (EUA) - Assista aqui
10) La Cecilia (Argentina)  – Assista aqui
11) Ritaharju (Finlândia)  – Assista aqui
12) Nave (Brasil) - Assista aqui
13) Programa Geral  – Assista aqui